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O diretor do ONS disse que na Europa não há integração energética: há integração de mercados que, muitas vezes, sobrepõem-se à segurança energética. Ele citou como exemplo os recentes apagões que aconteceram na região. |
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17:05
- Acordo Mário Santos: "Se o Brasil levou 30 anos para começar a fazer a integração energética, quanto tempo vamos levar para integrarmos todos os países, se não houver uma galvanização de esforços dos nosso dirigentes?" |
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17:02
- Integração 2 O diretor do ONS disse que, do ponto de vista da segurança energética, a integração ainda não é uma realidade na América do Sul, pois, segundo ele, só existem hoje acordos bilaterais de fornecimento. |
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17:00
- Integração Mário Santos disse que, para que haja uma integração regional, não basta haver um mercado comum de energia, é imprescindível que se tenha segurança de abastecimento. Segundo ele, a integração só acontece se o consumidor, independente de sua localização, dispuser de igual suprimento energético. |
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16:56
- ONS Na abertura de sua palestra, o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Mário Santos, disse que, no Brasil, somos "eletrodependentes" não só no nível econômico, mas também em termos sociais. "Enfocamos a integração energética como um bem comum para a sociedade", afirmou. |
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16:34
- Nordel Neste momento, o representante do Operador Nacional do Sistema de Transmissão Norueguês (Statnett) fala sobre o Nordel - Operador do Sistema Elétrico Escandinavo. |
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16:32
- Tarifas Ana Aguado disse que hoje nenhum tipo de taxa é cobrada para entrada e saída de energia nas fronteiras entre os países. O processo de eliminação as tarifas teve início em 2002. |
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16:30
- Marco legal A representante da Etno disse que, em julho deste ano, entrou em vigor na Europa um marco legal que estabeleceu os princípios relativos de compensação entre os operadores regionais, a fim de se determinar custos de acesso às redes e diretrizes relativas à gestão do sistema. |
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16:27
- União Européia Segundo Ana Aguado, não há um mercado integrado da União Européia, mas mercados regionais, como o dos países nórdicos, por exemplo. No entanto, o sistema elétrico é todo interligado, de tal forma que não há mais espaço para construção de nova linhas de transmissão. |
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16:26
- Etno A secretária-geral da European Tranmission System Operators, Ana Aguado, falou sobre o sistema de interligação energético europeu, o mais importante mercado integrado do mundo. |
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16:13
- Último painel A apresentação de Mário Santos, representante do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), acontecerá dentro de instantes. |
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15:26
- Propostas Ao concluir sua palestra, o presidente da Cigré Brasil propôs que seja elaborada uma política de planejamento e atuação entre os vários países sul-americanos, com uma conjunção de governos e órgãos reguladores. |
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15:25
- ONS Esmeraldo afirmou ser necessário que, numa interligação energética, os países disponibilizem uma base de dados acessível a todos os agentes, assim como o Operador Nacional do Sistema (ONS) faz no Brasil. |
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15:23
- Desafios Os desafios técnicos na interligação energética, segundo Esmeraldo, são a facilidade na propagação de distúrbios; o aumento do nível de curto-circuitos; as grandes distâncias envolvidas; a complexidade no planejamento e operação e os sistemas de freqüência diferentes. |
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15:21
- Gás 2 Esmeraldo afirmou que, a partir de análise feita pela Cigré, constatou-se que, para distâncias acima de 1,1 mil quilômetros, a interligação por gasodutos é mais cara do que aquela feita a partir de linhas de transmissão. |
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15:19
- Gás Segundo o presidente da Cigré Brasil, a grande disponibilidade de gás na Venezuela, Colômbia, Bolívia e Peru, além das reservas na Argentina e Brasil agregam valor à interligação energética entre esses países. |
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15:14
- Benefícios Esmeraldo apontou os benefícios das interligações energéticas entre os países sul-americanos: aumento da energia firme total; aproveitamento da diversidade de carga, devido às diferenças entre fusos horários e características climáticas; redução dos preços de energia elétrica, a partir das diferenças nos custos de operação e expansão dos sistemas geradores e, por fim, a diversidade hidrológica entre as bacias. |
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15:13
- Cigré O presidente da Cigré Brasil, Paulo César Vaz Esmeraldo, falou há pouco sobre os desafios e benefícios das interligações elétricas regionais. |
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14:56
- Linha de transmissão Jorge Ruisoto, da Compañia Administradora del Mercado Mayorista Eléctrico, na Argentina, disse que o país estuda a construção de uma linha de transmissão no Brasil. O projeto possibilitaria a importação de 2 mil MW. |
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14:54
- Crise A crise energética da Argentina, durante o inverno deste ano, fez com que o país contratasse até 500 MW/h do Brasil, originados de usinas hidrelétricas e termelétricas. |
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14:20
- Painel Começou agora o painel "Geração, Transmissão e Mercados Estratégicos para uma Integração Energética Sustentável". |
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12:20
- Imagem A coordenadora internacional do projeto CIER, Leny Iara Vasem Medeiros, acrescentou que a área de imagem da pesquisa de satisfação ao cliente se referiu à agilidade e transparência da empresa e se a instituição está preocupada com o crescimento do cliente. |
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12:11
- Estudo III Leny Iara Vasem Medeiros, coordenadora Internacional do Projeto CIER, acrescentou que o atendimento ao cliente foi um dos itens do Estudo de Satisfação. Ela explicou que foram selecionados algumas referências: Prazo, Serviço de Atendimento ao Cliente, solução, agilidade no atendimento e conhecimento do atendente. |
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12:05
- Estudo II Leny Iara Vasem Medeiros, coordenadora internacional do Projeto CIER, explicou que um dado importante do estudo de satisfação se refere à importância que o cliente dá a cada atributo, como atenção ao cliente, imagem, fatura e desempenho durante o serviço. |
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11:59
- Estudo Leny Vasem Medeiros, coordenadora Internacional do Projeto CIER de Qualidade/Satisfação de Clientes, falou sobre o estudo de satisfação do cliente realizado pelo Comissão de Integração Energética Regional (CIER). Segundo ela, o objetivo é proporcionar às distribuidoras associadas melhor desempenho das empresas. |
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11:11
- Investimento José Maria de Macedo, diretor da Cemig, confirmou a participação da empresa no leilão de energia, previsto para o dia 7 de dezembro. Segundo ele, a estatal, que venderá energia, tem previsão de investir R$ 1,2 bilhão por ano nos próximos seis anos, dentro do Planejamento Estratégico da empresa. |
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11:07
- Política Gonzalo Gómez Alcántara ressaltou que tarifa é uma questão política. Independente da melhor lei, os custos serão sempre determinados. "Porque sempre existirá a tentação dos políticos de mexer nos custos", frisou o diretor do Iberdrola. |
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11:04
- Tarifas Gonzalo Gómez Alcántara, diretor da Concessionária de Serviços de Eletricidade (Iberdrola), destacou as alterações nos reajustes das tarifas de energia da Guatemala,após as privatizações das concessionárias. |
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10:06
- Objetivo José Maria de Macedo, diretor de Distribuição e Comercialização da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), comentou que a revisão tarifária busca definir os níveis de investimentos prudentes, além de mensurar a remuneração dos ativos. |
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10:02
- Contrato Rulemar Pessoa Silva falou sobre a concepção de contratos de concessão. Segundo ele, os ítens obrigatórios são: reajuste anual; revisão tarifária periódica - a cada quatro anos - ; e revisão tarifária extraordinária - quando ocorre a quebra de contrato. |
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09:58
- Requisitos Rulemar Pessoa Silva, Assessor da diretoria da Aneel, ressaltou que assegurar o equilíbrio entre interesses de agentes e consumidores e manter transparência e ampla participação da sociedade faz parte dos requisitos do processo de revisão tarifária. |
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09:47
- Meta da Aneel A principal meta da Aneel, segundo Rulemar, é garantir os direitos dos consumidores de receber produtos de qualidade, pagando uma tarifa justa. |
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09:38
- Revisões Tarifárias Rulemar Pessoa Silva, assessor da diretoria da Aneel, registrou que em 2003 e 2004 foram feitas 44 revisões tarifárias nos contratos. |
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09:31
- Contratos de Conversão De acordo com o assessor da diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Rulemar Pessoa Silva, a revisão tarifária periódica não tem clareza nos contratos de conversão. Segundo ele, ficou estabelecido que nestes contratos o sistema de reajuste será feito atarvés do IGP-M. |
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O diretor de Análise e Programação setorial da Corporação Andina de Fomento (CAF), Alberto Levy, disse que a Integração Energética da América do Sul permite aproveitar os excessos de energia da região. Segundo ele, essa troca permite aproveitar 20% da capacidade instalada e a CAF está trabalhando em projetos de integração energética destes países. |
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16:54
- PPPs A gerente de projetos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Érika França, disse que o Ministério acredita que o setor elétrico já esta estruturado e que as Parcerias Público-Privadas só entrariam em projetos que não possam se sustentar através da tarifa. Ela afirmou que não há nada planejado nesse sentido para o setor elétrico. |
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16:21
- Carbono A partir de 1º de dezembro começará a funcionar um fundo de investimento do banco japonês ao mercado de carbono, que vai investir cerca US$ 150 milhões. |
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16:20
- Investimentos 2 Desde 1995, 42% dos empréstimos do banco japonês para o Brasil foram destinados à área de infra-estrutura. Desse montante, 4% foram para eletricidade e 7%, para energia e gás. |
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16:19
- Investimentos Segundo Masayuki Hamamatsu, o banco de fomento do Japão tem 15 projetos de infra-estrutura no Brasil, que totalizam US$ 1,86 bilhão em investimentos. Dois desses projetos são na área de energia elétrica, os quais vão canalizar US$ 241,8 milhões. |
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16:02
- Reajustes Durante a abertura do Congresso, a ministra Dilma Rousseff (Minas e Energia) afirmou que não acredita em novos reajustes para a gasolina e o diesel até o fim do ano. |
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15:58
- Integração energética Dilma Rousseff, ministra de Minas e Energia, afirmou na abertura da 40ª reunião da CIER, hoje de manhã, que o Governo Federal pretende promover nos próximos dois anos a integração energética entre Brasil e os outros países da América Latina. |
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15:10
- JBIC Durante o 40º Congresso Internacional do Comitê de Integração Energética Regional (CIER), o representante do banco de fomento do Japão, Masayuki Hamamatsu, fez um balanço dos financiamentos feitos ao Brasil pela instituição. O País recebeu US$ 8,5 bi para projetos, sendo o 6° colocado em financiamentos totais. O JBIC foi criado em 1999. |