28 de outubro     

16:40 - Encerramento
Foi encerrado o X Congresso Brasileiro de Energia, com a palavra dos patrocinadores.
16:34 - Custo x benefício
Ressaltando a falta de informações a respeito de Eficiência Energética, Ricardo Wargas afirmou que uma das principais barreiras dos projetos é a abordagem inadequada para os empresários: pouca apresentação custo x benefício.
16:29 - Informações
"O empresário quer lucros, então é necessária uma maior disseminação de informações sobre os projetos de Eficiência Energética incentivando à adesão. Não adianta falar em termos técnicos, mas mostrar as vantagens econômicas", disse Ricardo Wargas, do Sebrae.
16:26 - Elogios
Ricardo Wargas, do Sebrae, elogiou os projetos de Eficiência Energética, destacando que a iniciativa tem ampliado a visão dos empresários. Eles economizam com as vantagens apresentadas, o que gera aumento de salários e geração de empregos.
16:23 - Pequenas Empresas
As micro e pequenas empresas participam com 32% do consumo nacional de energia, afirmou Ricardo Wargas, do Sebrae. Segundo ele é necessário um tratamento especial por parte dos dirigentes do setor para este segmento da economia.
16:17 - Economia
Segundo Frederico Augusto (Petrobras), o Brasil importa 105 mil barris de diesel e 64 milhões de botijões de GLP por ano e, com o projeto Economizar e Transportar, as importações estão diminuindo na ordem de 5%. Ele destacou ainda que o País deve estar atento para uma política de Eficiência Energética, pois o consumidor quer "conforto, garantia de fornecimento, preços justos, e não pagar mais pela super-oferta".
16:08 - Vantagens
Frederico Augusto Varejão Marinho, da Petrobras, falou dos projetos da estatal na racionalização. Segundo ele, através do Programa Nacional dos Derivados do Petróleo, algumas vantagens já foram alcançadas. Na área de trasportes, o projeto Economizar e Transportar poupa 5% na importação do diesel.
15:42 - Recursos 2
Há uma lei que reduzirá, em 2006, esta destinação das distribuidoras de 1% - dividida entre 0,5% para pesquisa e 0,5% para eficiência energética - será reduzida para 0,25% destinados à eficiência energética e 0,75% para pesquisas. Segundo Marcos Lima, esta é uma grande ameaça aos programas de eficiência. O Procel propõe que a redução seja feita apenas em 2010, quando o programa estará maduro.
15:39 - Recursos
As concessionárias distribuidoras de energia elétrica são obrigadas a destinar 0,5% de sua receita líquida a programas de Pesquisa e Desenvolvimento, e mais 0,5% a projetos de eficiência energética, o que corresponde a R$ 190 milhões anuais. Segundo Marcos Lima, essa é a principal fonte de recursos para o Procel.
15:35 - Desafios
Marcos Lima disse que os desafios do Procel são: conseguir a regulamentação da lei de eficiência energética; o incentivo às ESCO's (Energy Service Companies - empresas privadas especializadas em eficientização energética); a integração do Procel com o Conpet (Programa Nacional da Racionalização do Usos dos Derivados dos Petroléo e do Gás Natural) e, por fim, a manutenção da destinação de 0,5% das distribuidoras a programas de eficiência energética.
15:35 - Verba
O Procel recebeu do Banco Mundial uma verba de US$ 12 milhões para aplicar em projetos de eficiência energética.
15:31 - Procel
Marcos de Queiroga Lima, do Procel, disse que em 18 anos o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica possibilitou a economia de 17 bilhões de KWh, o equivalente à produção três usinas Angra 3. Com um custo de apenas R$ 30/MWh, o Procel evitou que R$ 13 bilhões fossem gastos em conservação.
15:12 - Gás Natural
Paulo Ludmer, da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia (Abrace), afirmou que o valor relativo do gás natural cresce exponencialmente. Segundo ele, acabou de ser descoberto na Bacia de Campos 1 trilhão de pés cúbicos de gás e o G7, bloco das sete potências mundiais, está pressionando para que o País exporte Gás Natural Liquefeito (GNL). Afirmou ainda que o Brasil tem que discutir se vai exportar gás com valor agregado ou não.
15:01 - Reclamações
A CSPE recebe mensalmente, através de sua Ouvidoria, uma média de 25 mil reclamações contra os serviços de energia elétrica e gás natural do Estado de São Paulo.
14:58 - Autonomia
Zevikann disse que as agências reguladoras já são suficientemente auditadas e fiscalizadas pelo Poder Legislativo, e que deveria caber apenas a este, e não ao Poder Executivo, essa função. Ele considerou que um controle do Executivo poderia comprometer a autonomia das agências.
14:56 - CSPE
O comissário chefe da CSPE (Comissão de Serviços Públicos) de São Paulo, Zevikann, disse que as agências reguladoras buscam exercer um trabalho transparente, estabelecendo uma aproximação com o consumidor, através da realização de audiências públicas e reuniões abertas de diretoria.
14:44 - Racionalização
Adriano Pires, do CBIE, disse que a racionalização tem três pilares: o preço, a promoção de tecnologia e a informação. Afirmou ainda que o Estado também precisa se comprometer com esses três temas. O preço deve estar regulado para que o consumidor esteja protegido de monopólios. Segundo ele, a questão ambiental também é fundamental e a informação precisa estar disseminada tanto para o consumidor, quanto para os produtores, a fim de evitar desperdícios de energia.
14:41 - Mesa 8
Começou, às 14h30min, a Mesa 8, com o tema Racionalização, Regulação e Visão do Consumidor de Energia no Brasil. O professor Adriano Pires, coordenador do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura e mediador da mesa, falou sobre a racionalização de energia.
14:29 - Personalidade do ano
O professor Luiz Pinguelli Rosa foi escolhido pela Coppe como a "personalidade do ano" do setor de energia no Brasil.
14:20 - Homenagens
Neste momento, está sendo feita uma homenagem a professores já falecidos do Programa de Planejamento Energético (PPE) da Coppe.
14:18 - Premiação
Começa agora, 14h20min, a Cerimônia de Premiação da Personalidade do Ano na Área de Energia.
14:00 - Interesses
Luiz Pinguelli finalizou sua participação dizendo que o Governo mostra interesse em participar do Protocolo de Quioto e atuará criando políticas de mudanças climáticas, como o Estatuto de Energia Alternativa e Energias Renováveis.
13:58 - Custeios
O professor Luiz Pinguelli disse que o Fórum (FBMC), que será dirigido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contará com bolsas do MCT (CNPq - HRAE) para estudantes e pesquisadores, além de convênios com órgãos listados no decreto de criação do Fórum para custeio de despesas.
13:52 - Localização
Pinguelli destacou, há pouco, que a sede do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC) deverá ser no IVIG, Instituto Internacional de Mudanças Globais da Coppe, na UFRJ (RJ).
13:50 - Pronunciamento
Pinguelli afirmou que é interessante que o Brasil se pronuncie, apresentando suas idéias antes da Conferência do Clima em Buenos Aires, que acontecerá em dezembro deste ano.
13:45 - Reunião do FBMC
A pauta da primeira reunião do FBMC no Governo atual foi sugerida pelo professor da Coppe Luiz Pinguelli, a qual enfoca as diretrizes da política do clima para discussões de temas relevantes; o Brasil na Conferência do Clima (COP-10), em Buenos Aires em dezembro e a articulação para a participação do Brasil no Fórum COP-10.
13:40 - Plano de Atuação do FBMC
O plano de atuação do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC) está dividido em três câmaras, de acordo com Pinguelli (Coppe/UFRJ). A da Ciência e Tecnologia, com objetivo de articular estudos; a de Organizações Não-Governamentais e a de Mobilização Social, cujo intuito é mobilizar a sociedade e o empresariado, na qual serão discutidos assuntos sobre o ângulo do setor empresarial.
13:37 - Créditos de Carbono
Sobre o comércio de Créditos de Carbono, Pinguelli afirmou que os países desenvolvidos custeiam a redução de gases em países em desenvolvimento, em troca de créditos. Ou seja, os países financiados dimunuem suas emissões em lugar dos financiadores.
13:34 - EUA
"Os Estados Unidos são um país da ilegalidade climática. Saiu do Protocolo de Quioto e não aderiu às convenções climáticas, nas quais os países desenvolvidos devem reduzir suas emissões de gases", afirmou o professor da Coppe Luiz Pinguelli.
13:27 - Protocolo de Quioto
O professor Luiz Pingelli destacou que os Estados Unidos deliberaram sair do Protocolo de Quioto que, dessa forma, não entraria em vigor em nível mundial segundo os critérios da ONU. O acordo só vigoraria se a Rússia ratificasse - o que, segundo Pinguelli, acaba de ser anunciado pelo governo russo. Agora a decisão só depende da aprovação de seu Parlamento.
13:20 - Desenvolvimento Limpo
Luiz Pinguelli Rosa (Coppe/UFRJ) disse que o fundo não foi aprovado, mas dele se originou o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, em que passa a interessar não só as emissões presentes, mas também as passadas. Ele ressaltou que muito do gás carbônico existente hoje na atmosfera é resquício de 152 anos, grande parte originário de países ricos.
13:15 - Criação de Fundo
De acordo com Pinguelli, a proposta brasileira colocava a criação de um Fundo para o Desenvolvimento Limpo, no qual os países ricos deveriam investir em projetos de países em desenvolvimento, no intuito de reduzir a emissões de gases poluentes à atmosfera.
13:08 - Proposta
O Brasil apresentou uma proposta, no âmbito do Protocolo de ?Quioto, sobre a possibilidade de considerar as emissões históricas de gases poluentes na atmosfera por parte dos países ricos, desde a Revolução Industrial.
13:05 - Convenção II
De acordo como professor, a Convenção do Clima definiu em 2000 que deveriam ser reduzidas a emissão de gases de países ricos (componentes do Anexo I) em relação ao nível que emitiam em 1990.
12:56 - Convenção de 1992
O físico Luiz Pinguelli Rosa lembrou que o Brasil foi o primeiro País a assinar a convenção Quadro das Nações Unidas para Mudança do Clima, em 4 de junho de 1992.
12:54 - Apoios
O Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC) terá os seguintes apoios: Aneel, MCT, ANP, BNDES, BC, Finep, IBGE, INPE, Embrapa, entre outros órgãos e atividades públicas.
12:52 - Efeito Estufa
Segundo Luiz Pinguelli Rosa, o efeito estufa já existe sem intervenção da atividade humana.
12:47 - FBMC
Pinguelli disse que objetivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC) é conscientizar e mobilizar a sociedade para a discussão e tomada de decisões sobre os problemas das emissões, por atividades humanas, de gás carbônico.
12:06 - Fiscalização
Luiz Felipe Kunz, que substituiu Nilo Alves da Silva, do Ibama, chamou a atenção sobre a importância da fiscalização do Instituto em relação à instalação de uma usina hidrelétrica. Segundo ele, a construção em local inapropriado pode afetar diretamente o ecossistema dos rios da região, prejudicando a capacidade de reprodução dos peixes e a sobrevivência de comunidades que dependem da pesca.
12:03 - Pinguelli
O professor Luiz Pinguelli Rosa abriu há pouco o Evento do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas - Situação Atual da Política Climática e a Adesão da Rússia ao Protocolo de Quioto.
12:01 - Ibama
Luiz Felipe, do Ibama, disse que a sociedade pode influenciar no destino do processo de licenciamento de uma usina hidrelétrica, através de maior participação popular.
11:45 - Vapor
Oswaldo de Aquino, da Petrobras, ressaltou que a estatal tem projeto de reaproveitamento de água com sistema a vapor. Segundo ele, o programa funciona na produção de óleo pesado.
11:42 - Água
Oswaldo de Aquino Pereira Júnior, da Petrobras, adiantou um estudo da estatal sobre recursos hídricos. Segundo ele, atualmente há cinco litros de água potável para cada pessoa no mundo. Em 2050, somente quatro entre dez pessoas terão acesso à água potável.
11:28 - Estudo
Yukio Ogawa ressaltou que a Eletronuclear procura agregar qualidade ao estudo de pacto ambiental. Segundo ele, Angra 3 é um projeto ousado que levou a estatal a contratar várias instituições e universidades para formatar estudo ambiental.
11:22 - Segurança
Yukio Ogawa, da Eletronuclear, comentou que a questão dos efeitos radioativos sólidos causam muita polêmica. Ele disse que os materiais radioativos são estocados e imobilizados em depósito sólida, de modo a não ameaçar a segurança ambiental.
11:18 - Médio prazo
Silvia Helena, da Eletrobrás, comentou que a proposta a médio prazo de gestão ambiental poderia começar pela racionalização dos instrumentos de gestão pública e privada. Outra alternativa seria a reestruturação do quadro legal.
11:12 - Pacto
Silvia Helena, da Eletrobrás, ressaltou que a proposta de gestão ambiental a curto prazo está ligada ao pacto ambiental. Segundo ela, o ideal seria uma redefinição de objetivos comuns e articulação entre agentes.
09:56 - Desenvolvimento
Alessandra Magrini ressaltou que a década de 90 marcou o desenvolvimento sustentável, que passou a conjugar desenvolvimento com Meio Ambiente.
09:53 - Prevenção
Alessandra Magrini comentou que, na década de 80, os países tiveram uma visão preventiva, tentando evitar problemas ambientais no mundo.
09:50 - Debate
Alessandra Magrini falou sobre Meio Ambiente, referindo-se primeiro à evolução da política ambiental no contexto internacional. Segundo ela, a década de 70 marcou o início do debate ambiental, com alguns países criando estrutura para gerenciar o Meio Ambiente.
09:47 - Abertura
A professora Alessandra Magrini (PPE/Coppe/UFRJ), coordenadora do terceiro dia do X Congresso Brasileiro de Energia, abriu o ciclo de palestras fazendo uma introdução sobre o tema do dia: Energia, Meio Ambiente e Recursos Hídricos.

     27 de outubro     

14:55 - INB 2
Segundo Roberto Garcia Esteves, para que a exportação do urânio seja viabilizada é necessário que haja uma revisão na legislação, que hoje obriga a manutenção no País de um estoque além do necessário.
14:51 - INB
Roberto Garcia Esteves, das Indústrias Nucleares Brasileiras (INB) disse que auto-suficência no enriquecimento de urânio para atender a demanda das usinas de Angra está prevista para ser atingida em 2010.
14:10 - Cemig 2
Diniz lembrou que a primeira célula combustível do País foi desenvolvida pela Cemig em 2001, e não este ano pela AES Eletropaulo, como foi divulgado recentemente.
14:05 - Cemig
O superintendente de Tecnologia e Alternativas Energéticas da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais), José Henrique Diniz, anunciou que a empresa investirá em 2005 R$ 18 milhões em projetos de pesquisas. Segundo Diniz, os dois principais focos da Cemig são Pequenas Centrais Hidrelétricas e biomassa, ambos voltador para geração de energia elétrica.
12:49 - Premiação
Entre 15h e 16h está prevista a premiação dos melhores trabalhos apresentados durante o X CBE.
12:46 - Eletronuclear
Zieli Dutra Thomé Filho, presidente da Eletronuclear, participará da Mesa 6 do Congresso, cujo tema é "Perspectivas da Energia Nuclear no Brasil". O debate está previsto para começar às 13h30.
12:34 - Proinfa
Laura Cristina da Fonseca Porto elogiou o papel do Proinfa. Segundo ela, o programa já tem 2.557 MW de energia já contratados. Para completar os 3.000 MW, o Governo está fazendo chamada pública, com seleção prevista para fim de novembro.
12:32 - Estratégico
Laura Cristina da Fonseca Porto acredita que a vantagem corporativa do setor de energia no campo estratégico se deve a rapidez de implantação em larga escala.
12:24 - Ampliação
Laura Cristina da Fonseca Porto comentou que a vantagem corporativa do setor energético no campo tecnológico está ligado à ampliação da indústria nacional.
12:21 - Evolução
Laura Cristina da Fonseca Porto, do Ministério de Minas e Energia, exaltou a matriz energética do Brasil. Ela lembrou que o País atingiu a marca de 41% de energia renovável, enquanto a média mundial é de 14%.
12:18 - Potencial
Maria Regina Araújo elogiou o Banco de Dados de Vento do Coppe. A professora ressaltou que as informações são formatadas para estudo do potencial eólico.
12:13 - Torre
A professora Maria Regina Araújo, do Coppe/UFRJ adiantou que o Governo está investindo na implantação de uma torre para estudar a camada limite da atmosfera. A iniciativa medirá melhor a velocidade dos ventos.
12:07 - Hidrogênio
José Augusto Perrota disse que a comercialização e o uso do hidrogênio são responsabilidades exclusivas do Ministério de Minas e Energia, enquanto cabe ao Ministério de Ciência e Tecnologia as atividades de pesquisa. E, aos dois ministérios, a atividade de distribuição.
12:02 - Programa
José Augusto Perrota, do Ipen, elogiou o Programa Nacional de Desenvolvimento Autônomo do Setor Energético. Segundo ele, trata-se de um programa de caráter estartégico, com recursos bem distribuídos para Institutos de Pesquisas e empresas de engenharia.
11:23 - Energia
Os desafios do setor de energia, segundo João Lizário Hermes de Araújo, diretor do Cepel, deveriam ser: Qualidade do fornecimento de eletricidade que deve adequar-se às necessidades de uma economia digital, além de confiabilidade e segurança.
11:14 - Apagão
João Lizário Hermes de Araújo lembrou que, nos períodos de 1991-1995 e 1995-2000 a confiabilidade do Governo dos Estados Unidos caiu, devido aos apagões registrados nesse período.
11:10 - Investimento
João Lizardo Hermes de Araújo, diretor do Cepel, chamou a atenção para a queda de investimento no setor de energia. Segundo ele, no Brasil, entre 1970 e 2002, a intensidade energética caiu 12%, enquanto a intensidade elétrica aumentou 75%. "Infelizmente o investimento não acompanhou esse patamar, apesar do esforço do Governo".
10:54 - Mar
Fernando Baratelli Júnior exaltou o avanço das pesquisas em relação à energia dos mares. Segundo ele, os dispositivos eficientes para transformação estão ligados à energia das ondas, das correntes e das marés.
10:51 - Geração
Fernando Baratelli Júnior ressaltou que os desafios de geração de energia elétrica estão ligados aos investimentos em termelétricas, à geração de alta tensão, à geração distribuída e ao investimento em microturbinas.
10:50 - Gás
Os desafio do gás natural, segundo Fernando Baratelli Júnior, do Cenpes/Petrobras, está ligado, especialmente à monotização de reservas remotas e ao escoamento de gás offshore.
10:46 - Petróleo
Fernando Baratelli Júnior acrescentou que os principais desafios do Petróleo, no Brasil, apontam as técnicas sismicas avançadas; a reposição avançada do petróleo; e as tecnolgias de produção offshore.
10:44 - Carvão
Fernando Baratelli Júnior comentou que o desafio do Carvão, no Brasil, está ligado às tecnologias limpas para geração de energia e às rotas de gaseficação.
10:42 - Desafio
Segundo Fernando Baratelli Júnior, o desafio global é prover energia para 6 bilhões de pessoas até 2020. Ele lembrou que, atualmente, dois bilhões de pessoas não tem acesso à energia elétrica no mundo. No Brasil, os números chegam a oito milhões.
10:39 - Inovação
Fernando Baratelli Júnior, do Cenpes/Petrobras, ressaltou, durante palestra sobre Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação no Setor Energético, que a inovação de recursos deve ter três ingredientes: Desafios tecnológicos, Idéias e Recursos.
10:31 - Cepel
O diretor do Cepel (Centro de Pesquisa de Energia Elétrica), Fernando Baratelli Junior, participa da abertura do segundo dia do X CBE.
10:25 - Segundo dia
Começa o segundo dia de trabalhos do X Congresso Brasileiro de Energia.De 9h às 10h30 acontece o Painel 4, com o tema Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação no Setor Energético", com abertura do professor da Coppe/UFRJ Mauricio Cardoso Arouca.

     26 de outubro     

20:00 - Pinguelli
Luiz Pinguelli Rosa disse em entrevista ao Setorial News que "o Brasil deve se concentrar em Angra 3 apenas" se referindo a discussão sobre a possibilidade de construção de quatro novas usinas nucleares no País. "O Brasil não tem recursos para isso", concluiu.
19:48 - CEG
O diretor comercial da CEG, Bruno Armbrust, disse que um terço dos investimentos feitos no setor de gás natural em todo Brasil, durante o ano de 2004, foram aplicados no Rio de Janeiro. A CEG prevê para o quinqüênio 2003 a 2007 um investimento de R$ 1,4 milhão, com 64% voltados para captação de novos clientes.
19:45 - Gás Natural
O diretor da Abegás, Petronio Vieira, disse que o gás está oscilando entre uma política de petróleo e uma política elétrica. "O Ministério de Minas e Energia e a Petrobras não tratam o gás como um produto que precise de uma política industrial própria, mas sim como substituto de outros combustíveis".
17:24 - Revisão
O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia (MME), Maurício Tolmasquim, disse que a resolução 109 da Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica (GCE) será analisada e discutida com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o MME e o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), entre outros. A resolução foi base do estudo recentemente divulgado pelo ONS que indica risco de racionamento em 2008, mas que não levou em conta usinas prestes a entrar em funcionamento.
16:27 - Estabilidade 2
Tolmasquim: "Construímos um modelo que foi debatido durante seis meses com todo o setor elétrico, para que se criasse um pacto que garantisse sua estabilidade. Hoje temos um modelo aceito, em que cada parte teve de ceder um pouco, inlusive o Governo."
16:23 - Estabilidade
Tolmasquim disse que a estabilidade do marco regulatório é construída de três formas: respeitando-se contratos, criando um aparelho legal que esteja o máximo possível em nível de decreto - e não de resoluções, como era no modelo antigo - e, por fim, construindo um pacto que mantenha a governabilidade daquele modelo.
16:20 - Tranqüilidade
Maurício Tolmasquim disse que o setor energético do Brasil está numa situação de completa tranqüilidade. Segundo ele, não há carência no fornecimento. "Poderemos fazer o leilão de março de 2007 e temos até dúvidas se haverá demanda suficiente para fazermos leilão de 2009. Não há gargalo no setor elétrico", concluiu.
16:17 - Excesso de oferta
Segundo o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Maurício Tolmasquim, hoje o Brasil sofre de um excesso de oferta, o que representa um custo para o País. "Construir usina à toa é jogar dinheiro fora e gerar tarifa cara. Planejar é saber construir conforme a necessidade".
15:54 - Investimento
Durante sua palestra, Luiz Pinguelli Rosa disse que "há uma paixão desmedida do Governo pela atração de investimento externo. É ilógico pensar que um investidor estrangeiro chegará ao Brasil para construir usinas em um País com uma base tão complexa".
15:51 - Integração 2
Luiz Pinguelli Rosa disse que é preciso estabelecer uma política energética integradora, que não seja só de gás natural, ou só de energia elétrica.
15:47 - Integração 1
Ao falar sobre a necessidade de uma política energética integrada, Luiz Pinguelli Rosa disse que "até hoje o gás natural não chegou a Manaus. Isso não é uma questão de planejamento, mas de falta de integração. A El Paso está prestes a terminar seu contrato e nem ela, nem o Governo estadual sabem o que fazer. Por que não se construiu uma usina bicombustível, em parceria com a Eletrobrás ou a Petrobras, como foi sugerido?"
15:42 - Luiz Pinguelli Rosa
O presidente do Congresso disse que o país "não tem uma política energética integradora", e quanto a energia alternativa "não temos um papel claro para a energia alternativa."
15:29 - Roberto Pereira de D´Araújo (Ilumina):
"Em 2006, provavelmente o custo marginal do setor estará maior do que o custo de consumo de energia. Isto representa um sinal amarelo, e não vermelho, como demonstrou o estudo do ONS, que não considerou um fator de capacidade realista das termelétricas".
15:27 - Tarifas
Roberto Pereira D'Araújo, do Instituto Ilumina, disse que o setor residencial brasileiro teve um aumento de 52% nas tarifas de energia elétrica, enquanto a renda, segundo o IBGE, caiu 22%. Isso representa uma tarifa relativa 70% maior para uma família de classe média.
14:53 - Mário Veiga
O consultor Mário Veiga disse que é preciso sair da briga de gerações antagônicas e reconhecer que casa tecnologia, hidrelétrica e termoelétrica, apresenta pontos positivos e negativos. As hidrelétricas tiveram preferência no leilão, mas as termoelétricas são mais adequadas quando há um cenário de incerteza na demana, como é o caso do Brasil.
14:15 - Luiz Pinguelli Rosa:
"O segundo leilão de energia será exitoso. O primeiro, de energia velha, é que não deveria acontecer. Deveria ter uma solução política para esses contratos, que nem sequer deveriam ter sido assinados".
14:08 - Novo modelo 2
O presidente do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) Mário Santos, não pôde comparecer à primeira mesa redonda do congresso, pois teve que ir com urgência à Brasília.
14:05 - Novo modelo
Começou agora a primeira mesa redonda do congresso, cujo tema é "O novo modelo do setor elétrico". Estão presentes o secretário-executivo do MME, Maurício Tolmasquim, o professor Luiz Pinguelli Rosa, o consultor Mário Veiga e o diretor do Instituto de Desenvolvimento Estratégico do Setor Elétrico (Ilumina), Roberto Pereira D’Araújo.
12:21 - Meio Ambiente
Jean-Marrie citou a década de 60 como a mais importante época do setor de energia ligada ao meio ambiente. Na ocasião segundo ele, a luta dos ecologistas surtiu efeito para evitar o caos no meio ambiente mundial. O consultor lembrou o episódio dos reatores nos Estados Unidos em 1976, que gerou legislações eficazes.
12:19 - Evolução Tecnológica
Jean-Marrie acrescentou que a transformação do mercado energético nos últimos anos não se deve à escassez física. segundo o consultor internacional de energia, as mudanças estão relacionadas à evolução tecnológica.
12:17 - Setor Privado
Jean-Marrie considera o setor privado mais bem preparado que o setor público na elaboração de regras para o setor energético. Segundo ele, as empresas privadas são capazes de detectar e direcionar melhor o fluxo do mercado.
11:54 - Concorrência
O consultor internacional de energia, Jean-Marrie Martin Amouroux, comparou o setor de energia na época da Primeira Gerra Mundial com o de hoje, segundo ele, o abastecimento energético delimitava o poder público. Jean Marrie ressaltou que atulamente a abertura de mercado e a concorrência fez com que Países como o Brasil dessem um salto qualitativo.
11:40 - Energia Nuclear
Maurício Tolmasquim chamou atenção para algumas questões do setor de energia. Segundo ele, o debate na área nuclear não está resolvido. Questões ligadas a energia nuclear merecem um questionamento mais profundo. Tolmasquim finalizou que é fundamental perceber os avanços e o momento que o País atravessa.
11:37 - Investimentos 2
Maurício Tolmasquim disse que os investimentos no setor de petróleo e gás incrementaram a retomada da indústria naval brasileira. O secretário executivo adiantou que a até 2007 o Governo investirá muito em gasoduto.
11:34 - Meta
Maurício Tolmasquim comentou que em pouco tempo o atual Governo elaborou série de programas no setor de energia. Segundo o secretário executivo, foram contratados 3.200 MW de energia, 1.100 MW de energia eólica e 1.100 de pequenas hidrelétricas. Tolmasquim acrescentou que o governo vai universalizar o País no setor e antecipar alguma metas.
"Todos os brasileiros terão energia até 2008. Quando chegamos a meta era até 2014."
11:30 - Referência
Maurício Tolmasquim, secretário geral do Ministério de Minas e Energia, ressaltou que a realidade brasileira "é de total otimismo em todos os sentidos". Segundo ele, o País encontrou uma roda de crescimento sustentável.
"Acabamos de sair de uma crise no setor energético e criamos um modelo que merece o respeito e é referência no setor nacional e internacional".
11:29 - Garantia
Francelino Lamy de Miranda Grando acrescentou que as montadoras podem ficar tranquilas quanto ao biodiesel. Segundo ele não haverá alteração do motor e seus componentes.
11:26 - Regime Fiscal
Francelino Lamy de Miranda Grando lembrou que a Agência Nacional de Petróleo (ANP) já elaborou a meta de regime fiscal adequada a produção do biodiesel no Brasil que será produzido a partir de novembro.
11:23 - Expectativa
Francelino Lamy de Miranda Grando, secretário de Política de Informática e Tecnologia do Ministério de Ciência e Tecnologia, disse que o Governo vive uma grande expectativa da implantação do biodiesel no País.
11:02 - Gás Natural
"Temos que definir claramente uma política de gás natural", afirmou Victer que, após sua participação, seguiu para o Congresso Mundial de Gás Veicular que começa hoje, em Buenos Aires, Argentina.
11:00 - Interrupção
O secretário fluminense de Energia, Wagner Victer, foi interrompido durante sua participação no Congresso por um representante do Greenppeace, que classificou os projetos nucleares brasileiros como "uma aventura".
10:58 - Novas Usinas
"É uma impropriedade se falar de usinas nucleares de 300 MW", afirmou Wagner Victer sobre a possiblidade de construção de novas usinas nucleares.
10:58 - Usina Nuclear
Wagner Victer disse durante o Congresso que o Governo Federal deve "fazer ou descartar Angra 3"
10:56 - Angra 3
Wicter é favorável à construção da usina nuclear de Angra 3. O secretário fluminense de energia baseou sua opinião no gasto anual para manutenção dos equipamentos do projeto.
10:53 - Resolução
O secretário estadual de Energia do Rio de Janeiro, Wagner Victer declarou que a adesão ao Luz para Todos "não é atendimento contratual", já que instituído pela resolução 223 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), "não é uma promessa vaga do Governo", afirmou Victer.
10:52 - Luz para Todos
Em relação ao programa Luz para Todos Wagner Victer declarou que as distribuidoras fluminenses Light e Ampla (antiga Cerj) não estão aderindo de maneira ativa ao programa do Governo Federal.
10:50 - Universalização
O Secretário de Energia, Indústria Naval e Petróleo, Wagner Victer ressaltou que um das virtudes do novo modelo do setor energético é o programa de universalização do acesso à energia elétrica.
10:44 - Novo Modelo
O Presidente da Sociedade Brasileira de Planejamento Energético, Afonso Henriques M. Santos, afirmou durante sua participação no Congresso que o Novo Modelo do Setor Elétrico "pode ser um quebra-cabeça bem montado e não servir para nada"
10:40 - Descompasso
Luiz Pinguelli Rosa acredita que no momento existe um descompasso no setor de energia. Ele ressaltou que isso se deve ao ritmo acelerado do crescimento de energia no País. O presidente do Congresso Brasileiro de Energia considera importante a padronização de política no setor.
10:37 - Mudanças no setor
Luiz Pinguelli Rosa lembrou que o programa de planejamento energético do Congresso surgiu no tempo da ditadura militar. Ele disse que de lá para cá ocorreram grandes mudanças no setor de petróleo, como: a era Geisel, com grandes investimentos no setor; a crise do álcool; a biomassa e agora os biocombustíveis.
10:34 - Homenagem
O reitor da UFRJ, Aluisio Teixeira, exaltou o trabalho de Luiz Pinguelli Rosa à frente do Congresso Brasileiro de Energia. Segundo Teixeira, o setor de energia deveria prestar uma justa homenagem ao homem que sempre colaborou com a política brasileira neste setor.
10:32 - Longo prazo
Luiz Pinguelli Rosa disse que o mercado brasileiro não diz nada sobre energia a longo prazo, medida, que segundo ele, atrairia grandes investidores para o País. Pinguelli ressaltou que os investidores internacionais se interessam por este tipo de projeto.
10:30 - Crítica
Luiz Pinguelli Rosa, presidente do "X Congresso Brasileiro de Energia" comentou que o Brasil não tem, até hoje, programa de destilação final dos rejeitos radioativos. Ele ressaltou que o País está atrasado nessa discussão.
10:28 - Abertura2
O Presidente do "X Congresso Brasileiro de Energia", Luiz Pinguelli Rosa espera que o evento sirva de estímulo para melhorar a política de energia do País, que segundo ele, não é clara.
09:48 - Malhas
A consolidação do Projeto Malhas deve acontecer no fim de 2006, segundo Sauer.
09:47 - Catu/Pilar2
O gasoduto Catu/Pilar (Nordeste) aguarda somente licença ambiental para ter suas obras iniciadas, afirmou Ildo Sauer diretor de Gás e Energia da Petrobras.
09:45 - Catu/Pilar
O gasoduto Catu/Pilar, que liga Bahia a Pernambuco, é o próximo a entrar em obras, dentro do projeto Malhas, da Petrobras.
09:43 - Gasoduto
Ildo Sauer destacou a aprovação, há cerca de um mês, do projeto da Rede Básica de Transporte de Gás Natural. A iniciativa prevê investimentos de US$ 2,83 bilhões.
09:42 - Investimentos
Ildo Sauer (Petrobras) afirmou que o orçamento da estatal para 2005 já sofreu um reajuste de gastos.
09:41 - Produção
A Petrobras responde por aproximadamente 25% do gás natural produzido na Bolívia.
09:39 - Decisão
Ildo Sauer afirmou antes da abertura do Congresso que todos os contratos da Petrobras na Bolívia estão sendo cumpridos. O diretor disse ainda que o posicionamento em relação a Bolívia, sobre a questão da Lei dos Hidrocarbonetos, cabe exclusivamente à Presidência da República.
09:38 - Hidrocarbonentos
Diretor da de Gás e Energia da Petrobras Ildo Sauer afirmou a pouco que a Petrobras esta acompanhando o progresso dos trabalhos a cerca da Lei dos Hidrocarbonetos na Bolívia.
09:34 - Abertura
Começou agora a cerimônia de abertura do X Congresso Brasileiro de Energia. O evento sofreu um atraso de aproximadamente meia hora.